27 de out de 2013

Eu, você e dois copos de café.

E é assim que sempre tento consertar os acontecimentos. E eu acordo todo dia com uma alegria frustrada de querer arrancar milhões de sorrisos do seu rosto. Mas nem sempre é assim. Nem sempre você está feliz e às vezes os problemas falam mais alto.

Uma amiga sempre me diz que um bom cappuccino faz os dias frios e cinzentos mais belos e um bom café amargo mistura com a doçura da vida e proporciona um amor. Nada melhor tomar um café com uma boa companhia. Aquele café entre um segundo e outro na empresa, aquele café logo quando levanta ou aquele café acompanhado de um pão com manteiga. 


Nunca gostei de manteiga e finjo gostar de café só para poder estar mais um minuto ao seu lado. De vez em quando peço água e na maioria das vezes nem estou com sede. Esses pequenos esforços que fazemos nas entrelinhas das pausas diárias são como o canto dos passarinhos na horta pela manhã, ninguém dá o devido valor, mas quando não tem nota a falta.

Agora sou amante assídua de café. 

Quando estou contigo prolonga o coração disparado e quando não estou aproxima meu pensamento de você.  É! o gostar costuma mudar hábitos que não acabam quando você vai embora. O dia-a-dia vai deixando lembranças que se transformam em um balde de emoção quando você não está por perto e quando está, basta mais um abraço apertado e mais um bom momento memorável que transborda as emoções.

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